Em 1994, a Disney demitiu Jeffrey Katzenberg — o homem que liderou toda a Renascença da Disney.

O Rei Leão.
Aladdin.
A Bela e a Fera.

Ele ajudou a entregar US$ 8 bilhões em bilheteria.

Então o dispensaram.

Dois meses depois, ele fez seu movimento de retorno.

Ele cofundou a DreamWorks SKG com Steven Spielberg e David Geffen.

Três lendas.

Um objetivo: competir diretamente com a Disney.

Hollywood achou que eles eram loucos.

O primeiro grande golpe?

Shrek (2001).

Uma paródia barulhenta e hilária que detonava o império dos contos de fadas da Disney.

Chocou a indústria — e o público adorou.

Arrecadou US$ 492 milhões e ganhou o primeiro Oscar de Melhor Animação da história.

A DreamWorks havia chegado.

Katzenberg não copiou a Disney.
Ele quebrou a fórmula deles.

Humor ácido
Animação 3D como prioridade
Personagens cheios de defeitos
Narrativas modernas e autoconscientes

Não era só diferente.
Era novo.

Então veio a sequência de sucessos:

Kung Fu Panda
Madagascar
Como Treinar o Seu Dragão

Cada filme provava a mesma coisa:
Katzenberg não era um executivo sortudo da Disney.

Ele era um visionário.

A Disney não ficou feliz.

Tentou bloquear os lançamentos da DreamWorks.

Avisou os cinemas para não apoiarem.

Katzenberg processou — e ganhou US$ 280 milhões.

A guerra agora era pessoal.

Apesar das sabotagens, a DreamWorks cresceu e se tornou o segundo maior estúdio de animação do mundo.

Um verdadeiro rival da Disney… construído pelo homem que eles descartaram.

Katzenberg não apenas deu a volta por cima.

Ele reformulou todo o cenário da animação.

Nos seus termos.
Com sua equipe.
Sem a Disney.

A rejeição não o destruiu.

Ela o libertou.

Aqui no Update Diário analisamos as melhores histórias de negócios todos os dias. Siga @update.diario para não perder a próxima.

E se ficar bem informado é algo muito importante para você, mas a correria do dia a dia te atrapalha, comenta UPDATE que te mando um convite para a newsletter que te deixa por dentro de tudo que importa em 5 minutos toda manhã.
Em 1994, a Disney demitiu Jeffrey Katzenberg — o homem que liderou toda a Renascença da Disney. O Rei Leão. Aladdin. A Bela e a Fera. Ele ajudou a entregar US$ 8 bilhões em bilheteria. Então o dispensaram. Dois meses depois, ele fez seu movimento de retorno. Ele cofundou a DreamWorks SKG com Steven Spielberg e David Geffen. Três lendas. Um objetivo: competir diretamente com a Disney. Hollywood achou que eles eram loucos. O primeiro grande golpe? Shrek (2001). Uma paródia barulhenta e hilária que detonava o império dos contos de fadas da Disney. Chocou a indústria — e o público adorou. Arrecadou US$ 492 milhões e ganhou o primeiro Oscar de Melhor Animação da história. A DreamWorks havia chegado. Katzenberg não copiou a Disney. Ele quebrou a fórmula deles. Humor ácido Animação 3D como prioridade Personagens cheios de defeitos Narrativas modernas e autoconscientes Não era só diferente. Era novo. Então veio a sequência de sucessos: Kung Fu Panda Madagascar Como Treinar o Seu Dragão Cada filme provava a mesma coisa: Katzenberg não era um executivo sortudo da Disney. Ele era um visionário. A Disney não ficou feliz. Tentou bloquear os lançamentos da DreamWorks. Avisou os cinemas para não apoiarem. Katzenberg processou — e ganhou US$ 280 milhões. A guerra agora era pessoal. Apesar das sabotagens, a DreamWorks cresceu e se tornou o segundo maior estúdio de animação do mundo. Um verdadeiro rival da Disney… construído pelo homem que eles descartaram. Katzenberg não apenas deu a volta por cima. Ele reformulou todo o cenário da animação. Nos seus termos. Com sua equipe. Sem a Disney. A rejeição não o destruiu. Ela o libertou. Aqui no Update Diário analisamos as melhores histórias de negócios todos os dias. Siga @update.diario para não perder a próxima. E se ficar bem informado é algo muito importante para você, mas a correria do dia a dia te atrapalha, comenta UPDATE que te mando um convite para a newsletter que te deixa por dentro de tudo que importa em 5 minutos toda manhã.
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