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  • Estojo Especial Ana Castela – Coleção Exclusiva Novo
    R$240.00
    Em estoque
    São Paulo, SP, Brasil
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    O Estojo Ana Castela é a escolha perfeita para quem deseja se conectar com a essência autêntica, marcante e cheia de personalidade da Boiadeira mais amada do Brasil. Um kit completo que traz fragrâncias irresistíveis e um bottom especial para acompanhar você em todos os momentos.

    Contém:
    Desodorante Colônia Feminina Ana Castela Boiadeira, 25 ml – Uma fragrância intensa e envolvente que traduz a força e autenticidade do estilo boiadeira.
    Desodorante Colônia Feminina Ana Castela Vai Te Viciar, 25 ml – Aroma marcante e viciante, perfeito para destacar sua presença em qualquer ocasião.
    Desodorante Colônia Splash Ana Castela Boiadeira, 200 ml – Versão em splash para perfumar e refrescar o corpo no dia a dia, com a mesma energia vibrante da fragrância Boiadeira.
    Desodorante Colônia Splash Ana Castela Vai Te Viciar, 200 ml – Frescor e intensidade na medida certa, ideal para prolongar o perfume e se sentir confiante ao longo do dia.
    Botom Ana Castela – Acessório exclusivo que representa o estilo e a identidade da artista, item colecionável e cheio de personalidade.

    Um presente incrível ou um mimo especial para você que é fã da Ana Castela e adora produtos que refletem estilo, atitude e autenticidade.

    Os preços e promoções comunicados no site são exclusivos para a Loja Online.
    Obs.: o valor do frete é calculado posteriormente, de acordo com o local de entrega, através do link da loja abaixo.
    >>Link para comprar direto na loja: https://mais.app/i20E2G.
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  • Portiolli Gold Desodorante Colônia Masculina Jequiti, 25 ml Novo
    R$24.90
    Em estoque
    São Paulo, SP, Brasil
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    Clássico, de bom gosto e atemporal. Celso Portiolli assina uma requintada fragrância que oferece o diferencial e a preciosidade do ouro através da combinação das notas frutais de mandarina e maçã, com um toque das especiarias, pimenta preta e noz moscada, finalizando assim essa exclusiva e refinada fragrância.

    Caminho olfativo: Oriental sensual

    Código: 19159

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  • *A Importância do Pensamento Neutro na Liderança*

    O pensamento neutro é uma habilidade crucial para líderes, especialmente em tempos de inteligência artificial. Ele não é passividade, mas presença lúcida que permite decisões claras, evitando reações impulsivas.

    Líderes que praticam essa neutralidade mantêm o foco no presente, preservando empatia e discernimento. Rituais de ancoragem ajudam a construir essa habilidade antes do caos. A postura calma do líder contagia a equipe, criando uma cultura de estabilidade. Em momentos decisivos, essa capacidade de não acelerar em meio à pressão diferencia a verdadeira liderança do improviso. Leia na íntegra clicando no link abaixo. 👍
    *A Importância do Pensamento Neutro na Liderança* O pensamento neutro é uma habilidade crucial para líderes, especialmente em tempos de inteligência artificial. Ele não é passividade, mas presença lúcida que permite decisões claras, evitando reações impulsivas. Líderes que praticam essa neutralidade mantêm o foco no presente, preservando empatia e discernimento. Rituais de ancoragem ajudam a construir essa habilidade antes do caos. A postura calma do líder contagia a equipe, criando uma cultura de estabilidade. Em momentos decisivos, essa capacidade de não acelerar em meio à pressão diferencia a verdadeira liderança do improviso. Leia na íntegra clicando no link abaixo. 👍
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    Neutralidade estratégica: a habilidade que líderes precisam na era da IA
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  • Era 2006.
    Joya Williams trabalhava dentro da
    sede da Coca-Cola em Atlanta.

    Tinha acesso a arquivos confidenciais.
    Protótipos de produtos.
    Fórmulas ultrassecretas.

    Ela não era executiva.
    Era secretária.
    Mas tinha as chaves do cofre.

    Um dia, ela tomou uma decisão insana.

    Entrou em contato com a Pepsi
    e ofereceu algo impensável:

    Os segredos comerciais da Coca-Cola…
    por US$ 1,5 milhão.

    Ela dizia ter
    documentos, amostras
    e até fórmulas de produtos futuros.

    Joya não usou e-mails anônimos.
    Ela enviou uma carta manuscrita para a Pepsi.

    Dentro do pacote:
    Documentos confidenciais da Coke
    Fotos de arquivos internos
    Um frasco de um produto novo, ainda não lançado

    Isso não era blefe.
    Era espionagem.

    Mas a Pepsi não mordeu a isca.

    Eles não negociaram.
    Não hesitaram.

    Chamaram o FBI.

    No meio de uma das maiores rivalidades
    da história dos negócios,
    a Pepsi escolheu integridade em vez de vantagem.

    O FBI armou uma operação.

    Um agente disfarçado se passou por
    um executivo da Pepsi.

    Ele concordou em pagar
    US$ 30 mil como “entrada”.

    A reunião foi toda monitorada:
    câmeras escondidas, dinheiro marcado,
    vigiada de todos os ângulos.

    Era uma armadilha disfarçada de acordo.

    A entrega aconteceu.
    Tudo foi gravado.

    Dias depois, o FBI entrou em ação.
    Joya Williams e dois cúmplices foram presos por:

    Roubo de segredo comercial
    Fraude eletrônica
    Conspiração

    Eles nunca viram os US$ 1,5 milhão.
    Só as algemas.

    Em 2007, Joya foi condenada a 8 anos de prisão federal.

    A tentativa de enriquecer rápido
    não só fracassou —
    custou a liberdade dela.

    O que parecia um atalho
    virou um colapso de vida.

    Enquanto isso, a Pepsi foi elogiada no mundo todo.

    O comunicado oficial viralizou:

    “A competição pode ser intensa,
    mas também precisa ser justa.”

    Pela primeira vez,
    Pepsi e Coca-Cola não eram inimigas.

    Estavam alinhadas.

    Dentro da Coca-Cola, o pânico gerou
    uma revolução total de segurança.

    O caso virou exemplo clássico em aulas de:
    Ética corporativa
    Segurança interna
    Inteligência competitiva

    A mensagem ficou clara:

    Às vezes, a maior ameaça vem de dentro.

    Uma ligação protegeu
    uma rivalidade de bilhões de dólares.

    Um erro destruiu
    uma carreira para sempre.

    Siga @update.diario
    Era 2006. Joya Williams trabalhava dentro da sede da Coca-Cola em Atlanta. Tinha acesso a arquivos confidenciais. Protótipos de produtos. Fórmulas ultrassecretas. Ela não era executiva. Era secretária. Mas tinha as chaves do cofre. Um dia, ela tomou uma decisão insana. Entrou em contato com a Pepsi e ofereceu algo impensável: Os segredos comerciais da Coca-Cola… por US$ 1,5 milhão. Ela dizia ter documentos, amostras e até fórmulas de produtos futuros. Joya não usou e-mails anônimos. Ela enviou uma carta manuscrita para a Pepsi. Dentro do pacote: Documentos confidenciais da Coke Fotos de arquivos internos Um frasco de um produto novo, ainda não lançado Isso não era blefe. Era espionagem. Mas a Pepsi não mordeu a isca. Eles não negociaram. Não hesitaram. Chamaram o FBI. No meio de uma das maiores rivalidades da história dos negócios, a Pepsi escolheu integridade em vez de vantagem. O FBI armou uma operação. Um agente disfarçado se passou por um executivo da Pepsi. Ele concordou em pagar US$ 30 mil como “entrada”. A reunião foi toda monitorada: câmeras escondidas, dinheiro marcado, vigiada de todos os ângulos. Era uma armadilha disfarçada de acordo. A entrega aconteceu. Tudo foi gravado. Dias depois, o FBI entrou em ação. Joya Williams e dois cúmplices foram presos por: Roubo de segredo comercial Fraude eletrônica Conspiração Eles nunca viram os US$ 1,5 milhão. Só as algemas. Em 2007, Joya foi condenada a 8 anos de prisão federal. A tentativa de enriquecer rápido não só fracassou — custou a liberdade dela. O que parecia um atalho virou um colapso de vida. Enquanto isso, a Pepsi foi elogiada no mundo todo. O comunicado oficial viralizou: “A competição pode ser intensa, mas também precisa ser justa.” Pela primeira vez, Pepsi e Coca-Cola não eram inimigas. Estavam alinhadas. Dentro da Coca-Cola, o pânico gerou uma revolução total de segurança. O caso virou exemplo clássico em aulas de: Ética corporativa Segurança interna Inteligência competitiva A mensagem ficou clara: Às vezes, a maior ameaça vem de dentro. Uma ligação protegeu uma rivalidade de bilhões de dólares. Um erro destruiu uma carreira para sempre. Siga @update.diario
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  • Em 1994, a Disney demitiu Jeffrey Katzenberg — o homem que liderou toda a Renascença da Disney.

    O Rei Leão.
    Aladdin.
    A Bela e a Fera.

    Ele ajudou a entregar US$ 8 bilhões em bilheteria.

    Então o dispensaram.

    Dois meses depois, ele fez seu movimento de retorno.

    Ele cofundou a DreamWorks SKG com Steven Spielberg e David Geffen.

    Três lendas.

    Um objetivo: competir diretamente com a Disney.

    Hollywood achou que eles eram loucos.

    O primeiro grande golpe?

    Shrek (2001).

    Uma paródia barulhenta e hilária que detonava o império dos contos de fadas da Disney.

    Chocou a indústria — e o público adorou.

    Arrecadou US$ 492 milhões e ganhou o primeiro Oscar de Melhor Animação da história.

    A DreamWorks havia chegado.

    Katzenberg não copiou a Disney.
    Ele quebrou a fórmula deles.

    Humor ácido
    Animação 3D como prioridade
    Personagens cheios de defeitos
    Narrativas modernas e autoconscientes

    Não era só diferente.
    Era novo.

    Então veio a sequência de sucessos:

    Kung Fu Panda
    Madagascar
    Como Treinar o Seu Dragão

    Cada filme provava a mesma coisa:
    Katzenberg não era um executivo sortudo da Disney.

    Ele era um visionário.

    A Disney não ficou feliz.

    Tentou bloquear os lançamentos da DreamWorks.

    Avisou os cinemas para não apoiarem.

    Katzenberg processou — e ganhou US$ 280 milhões.

    A guerra agora era pessoal.

    Apesar das sabotagens, a DreamWorks cresceu e se tornou o segundo maior estúdio de animação do mundo.

    Um verdadeiro rival da Disney… construído pelo homem que eles descartaram.

    Katzenberg não apenas deu a volta por cima.

    Ele reformulou todo o cenário da animação.

    Nos seus termos.
    Com sua equipe.
    Sem a Disney.

    A rejeição não o destruiu.

    Ela o libertou.

    Aqui no Update Diário analisamos as melhores histórias de negócios todos os dias. Siga @update.diario para não perder a próxima.

    E se ficar bem informado é algo muito importante para você, mas a correria do dia a dia te atrapalha, comenta UPDATE que te mando um convite para a newsletter que te deixa por dentro de tudo que importa em 5 minutos toda manhã.
    Em 1994, a Disney demitiu Jeffrey Katzenberg — o homem que liderou toda a Renascença da Disney. O Rei Leão. Aladdin. A Bela e a Fera. Ele ajudou a entregar US$ 8 bilhões em bilheteria. Então o dispensaram. Dois meses depois, ele fez seu movimento de retorno. Ele cofundou a DreamWorks SKG com Steven Spielberg e David Geffen. Três lendas. Um objetivo: competir diretamente com a Disney. Hollywood achou que eles eram loucos. O primeiro grande golpe? Shrek (2001). Uma paródia barulhenta e hilária que detonava o império dos contos de fadas da Disney. Chocou a indústria — e o público adorou. Arrecadou US$ 492 milhões e ganhou o primeiro Oscar de Melhor Animação da história. A DreamWorks havia chegado. Katzenberg não copiou a Disney. Ele quebrou a fórmula deles. Humor ácido Animação 3D como prioridade Personagens cheios de defeitos Narrativas modernas e autoconscientes Não era só diferente. Era novo. Então veio a sequência de sucessos: Kung Fu Panda Madagascar Como Treinar o Seu Dragão Cada filme provava a mesma coisa: Katzenberg não era um executivo sortudo da Disney. Ele era um visionário. A Disney não ficou feliz. Tentou bloquear os lançamentos da DreamWorks. Avisou os cinemas para não apoiarem. Katzenberg processou — e ganhou US$ 280 milhões. A guerra agora era pessoal. Apesar das sabotagens, a DreamWorks cresceu e se tornou o segundo maior estúdio de animação do mundo. Um verdadeiro rival da Disney… construído pelo homem que eles descartaram. Katzenberg não apenas deu a volta por cima. Ele reformulou todo o cenário da animação. Nos seus termos. Com sua equipe. Sem a Disney. A rejeição não o destruiu. Ela o libertou. Aqui no Update Diário analisamos as melhores histórias de negócios todos os dias. Siga @update.diario para não perder a próxima. E se ficar bem informado é algo muito importante para você, mas a correria do dia a dia te atrapalha, comenta UPDATE que te mando um convite para a newsletter que te deixa por dentro de tudo que importa em 5 minutos toda manhã.
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